Ato de coragem
Quinta-feira, 26 de agosto, 2010 E ele ainda estava lá, olhando para aquela folha de papel em branco.
Lembrou-se que seja uma criança fingindo ler tudo o que você queria ouvir você dizer, então crescente começou a escrever um diário, pensamentos, poesia.
Diário secreto, do qual todos, mas tinha a chave.
Sonhos e esperanças se revezaram em que o diário, peças de jornal, uma vida que queria viver.
Então os anos passaram e os sonhos eram decepções, esperanças despedaçadas, a menina sonhadora e que menina tornou-se uma mulher já não quero pensar esperançoso de amanhã: marido, filhos, trabalho, dia a ter que passar tudo tão diferente em idêntica sua recorrência, nenhum desejo de um futuro sem olhar para algo diferente, o papel de um prisioneiro que não queria ser uma respeitabilidade falso e burguês, onde tudo já estava definido para uma vida tranquila.
Ele estava apertando a mão segurando o pedaço de papel, procurando as palavras certas para expressar o que estava dentro:
"Eu não estava, não são e provavelmente nunca será."
Ele deixou o papel em cima da mesa, saiu "da casa sem olhar para trás, chegando até o prado saltou, ele abriu as asas e voou para longe.





