Eu olho para o céu,
à procura de estrelas cadentes
cegando ao sol:
Tempo desperdiçado por falta.
Nadar contra a corrente
tentando obter
à minha terra natal.
Tempo para redescobrir a vida passada.
Eu nado na chuva
lavar o suor ea amargura,
pisando em terra úmida.
Viveu tempo para afundar raízes.
Eu vejo um farol distante
para marcar o caminho dos marinheiros
mas não a minha.
Tempo para novas certezas, de repente
Desarmado
gritar meu nome
o modo.
Tempo queria me lembrar quem eu sou.



